Descontaminação, polimento de preparação e coating cerâmico. Brilho que dura e sujeira que não gruda com a mesma facilidade.
Pedir orçamento no WhatsAppVitrificar não é passar uma cera mais cara. É preparar a pintura e depois selá-la com um coating cerâmico, que forma uma camada dura sobre o verniz. O resultado que se vê é brilho profundo e água que escorre sozinha; o resultado que importa é uma pintura mais fácil de lavar e menos exposta a sol, chuva e contaminação.
O serviço não começa no coating — começa na pintura. Aplicar cerâmica sobre verniz sujo ou riscado é selar o defeito embaixo do brilho, e aí o risco fica lá, permanente, por toda a vida da camada. Por isso o processo tem três etapas e a última é a mais rápida.
Faz mais sentido em três situações. Carro novo ou semi-novo, porque a pintura está sã e o coating trabalha protegendo em vez de corrigindo. Carro que dorme na rua, que toma sol e chuva direto e é onde a proteção se paga mais rápido. E carro que o dono lava com frequência, porque é justamente na lavagem que a maior parte dos micro-riscos aparece — com a superfície selada, a sujeira sai com menos atrito.
Se a pintura tem risco fundo, marca de batida ou verniz descascando, vitrificação não resolve — o caminho é tratar a pintura primeiro. Nesses casos a gente fala isso na hora do orçamento em vez de vender o serviço errado.
Os três protegem, mas em escalas diferentes de dureza e permanência. Cera dá brilho imediato e sai em poucas lavagens. Cristalização é um selante de durabilidade intermediária. Vitrificação é a camada mais dura e mais duradoura das três, e a única que exige preparação de pintura pra fazer sentido. É também a mais trabalhosa, e o preço acompanha isso.